segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Atividades sobre o Quinhentismo


1- (UFSM) Sobre a literatura produzida no primeiro século da vida colonial brasileira, é correto afirmar que:

a) É formada principalmente de poemas narrativos e textos dramáticos que visavam à catequese.
b) Inicia com Prosopopeia, de Bento Teixeira.
c) É constituída por documentos que informam acerca da terra brasileira e pela literatura jesuítica.
d) Os textos que a constituem apresentam evidente preocupação artística e pedagógica.

2- (UFV) Leia a estrofe abaixo e faça o que se pede:

Dos vícios já desligados
nos pajés não crendo mais,
nem suas danças rituais,
nem seus mágicos cuidados.
(ANCHIETA, José de. O auto de São Lourenço [tradução e adaptação de Walmir Ayala] Rio de Janeiro: Ediouro[s.d.]p. 110)

Assinale a afirmativa verdadeira, considerando a estrofe acima, pronunciada pelos meninos índios em procissão:

a) Os meninos índios representam o processo de aculturação em sua concretude mais visível, como produto final de todo um empreendimento do qual participaram com igual empenho a Coroa Portuguesa e a Companhia de Jesus.

b) A presença dos meninos índios representa uma síntese perfeita e acabada daquilo que se convencionou chamar de literatura informativa.

c) Os meninos índios estão afirmando os valores de sua própria cultura, ao mencionar as danças rituais e as magias praticadas pelos pajés.

d) Os meninos índios são figuras alegóricas cuja construção como personagens atende a todos os requintes da dramaturgia renascentista.

3-A famosa “Carta de achamento do Brasil”, mais conhecida como “A carta de Pero Vaz de Caminha”, foi o primeiro manuscrito que teve como objeto a terra recém-descoberta. Nela encontramos o primeiro registro de nosso país, feito pelo escrivão do rei de Portugal, Pero Vaz de Caminha. Podemos inferir, então, a seguinte intenção dos portugueses:

(a) objetivavam o resgate de valores e conceitos sociais brasileiros.
(b) buscavam descobrir, através da arte, a história da terra recém-descoberta.
(c) firmar um pacto de cordialidade com os nativos da terra descoberta.
(d) explorar a tão promissora nova terra.

4-Leia o texto “Erro de português”, de Oswald de Andrade, para responder à questão.
Erro de português
Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena! Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português.                       Oswald de Andrade

O que significa “Vestiu o índio”:

a)        Os portugueses trouxeram roupas para os índios.
b)        Os portugueses impuseram sua cultura, costumes e religião aos índios.
c)         Os índios estavam passando frio quando os portugueses chegaram aqui.
d)        Os índios aceitaram muito bem a cultura do europeu.

5- (UNISA) A “literatura Jesuítica” nos primórdios de nossa história:

a) tem grande valor informativo;
b) merca nossa maturação clássica;
c) visa à catequese do índio, à instrução do colono e sua assistência religiosa e moral;
d) está a serviço do poder real;

6- As primeiras manifestações literárias que se registram na Literatura Brasileira referem-se a:
a) Literatura informativa sobre o Brasil (crônica) e literatura didática, catequética (obra dos jesuítas).
b) Romances e contos dos primeiros colonizadores.
c) Poesia épica e prosa de ficção.
d) Obras de estilo clássico, renascentista.

7- A literatura de informação corresponde às obras:
a) barrocas;
b) arcádicas;
c) de jesuítas, cronistas e viajantes;
d) do Período Colonial em geral;

8- Qual das afirmações não corresponde à Carta de Caminha?
a) Observação do índio como um ser disposto à catequização.
b) Deslumbramento diante da exuberância da natureza tropical.
c) Mistura de ingenuidade e malícia na descrição dos índios e seus costumes.
d) Aproximações barrocas no tratamento literário e no lirismo das descrições.

9- A importância das obras realizadas pelos cronistas portugueses do século XVI e XVII é:
a)  determinada exclusivamente pelo seu caráter literário;
b) sobretudo documental;
c) caracterizar a influência dos autores renascentistas europeus;
d) a de terem sido escritas no Brasil e para brasileiros;

10-   “Águas são muitas; infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem”.
No texto acima notamos:
A)    que Pero Vaz Caminha assume a atitude de um observador frio.
B)     que Caminha se empolga pelas coisas da terra.
C)     que o escritor descobriu águas-marinhas.
D)    Caminha apenas está atento ao que vê, desprezando o entusiasmo tão comum da época.


segunda-feira, 11 de abril de 2016

O Relato Pessoal

 Relato pessoal  é um texto narrado com fatos marcantes da vida de quem escreve, portanto o narrador é protagonista da ação e assim sendo verbos e pronomes estarão predominantemente em 1ª pessoa. Rico em emoção e subjetividade apresenta tempo e espaço bem marcados. O narrador lança mão da descrição para caracterizar as pessoas, os lugares e os objetos segundo suas lembranças.
Por ser uma narrativa, ou seja, por se tratar de algo que já aconteceu o tempo verbal que domina o discurso é o passado, porém às vezes, dependendo da intenção de quem escreve o presente também é usado. E quanto à linguagem? Geralmente, a variedade linguística empregada é a padrão, mas o leitor é quem define essa escolha. Para cada público uma linguagem específica.
Estrutura: Como fazer um Relato Pessoal?
Ainda que não exista uma estrutura fixa, para produzir um relato pessoal é essencial estarmos atentos a alguns pontos, por exemplo: quem? (narrador que produz o relato), o que? (fato a ser narrado), quando? (tempo), onde? (local que ocorreu), como? (de que maneira aconteceu o fato) e por quê? (qual o causador do fato)

Exemplo


Era o ano de 2008. Eu tinha 13 anos e – como todos diziam – “uma vida inteira pela frente”. Recém chegado do interior, desejava viver uma grande aventura: Foi quando conheci uma bela garota, linda, cheia de vida ,meiga, de pele clara , cabelos longos e compridos, sorriso encantador, sua voz era como um canto em meus ouvidos, toda manhã pegava seu ônibus para ir a escola, na espera de seu ônibus conversávamos, a cada dia ficávamos mais íntimos, combinamos de ao cinema , no dia combinado fiquei a mil , sentindo-me muito nervoso, porém estava confiante, tomei um banho dos mais demorados da minha vida, vesti minha melhor roupa, usei a colônia de meu tio, fui muito eufórico ao local do encontro ,ao chegar a esperei em um banco na praça em frente ao cinema, minutos se passavam, e ficava cada vez mais apreensivo, olhava no relógio, levantava, andava, voltava ao banco e nada da minha amiga chegar, comecei a pensar se realmente poderia ter a sorte de um encontro tão esperançoso, meus pensamentos começaram a fluir e fui ficando nervoso e deprimido , chegaram a se passar 40 minutos quando na esquina eu a vejo em um lindo e esvoaçante vestido azul, cabelos soltos brilhosos e um lenço ao pescoço, meu coração disparou, senti as pernas ficarem fracas, um suor desceu as mãos, respirei fundo e lhe dei boa tarde, com seu sorriso encantador e sua voz suave ela me convidou para entrarmos, compramos pipoca, refrigerante e chocolate e fomos direto a sala , o filme estava começando, eu me perguntava, qual é mesmo o nome do filme, estava meio desnorteado, ela percebeu e pegou em minha mão e falou em meu ouvido: “há dias sonho com esse momento”...


Produzindo...

Lembre-se de um episódio marcante ocorrido com você, na infância ou mais recentemente -  uma viagem, um passeio,  uma grande decepção, uma festa, um presente, etc. – e escreva um relato sobre você.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Crônica

O Homem Nu
Fernando Sabino
          Ao acordar, disse para a mulher:
          — Escuta, minha filha: hoje é dia de pagar a prestação da televisão, vem aí o sujeito com a conta, na certa.  Mas acontece que ontem eu não trouxe dinheiro da cidade, estou a nenhum.
          — Explique isso ao homem — ponderou a mulher.
          — Não gosto dessas coisas. Dá um ar de vigarice, gosto de cumprir rigorosamente as minhas obrigações. Escuta: quando ele vier a gente fica quieto aqui dentro, não faz barulho, para ele pensar que não tem ninguém. Deixa ele bater até cansar — amanhã eu pago.
          Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão.  Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém. Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento.
          Aterrorizado, precipitou-se até a campainha e, depois de tocá-la, ficou à espera, olhando ansiosamente ao redor. Ouviu lá dentro o ruído da água do chuveiro interromper-se de súbito, mas ninguém veio abrir. Na certa a mulher pensava que já era o sujeito da televisão. Bateu com o nó dos dedos:
          — Maria! Abre aí, Maria. Sou eu — chamou, em voz baixa.
Quanto mais batia, mais silêncio fazia lá dentro.
Enquanto isso, ouvia lá embaixo a porta do elevador fechar-se, viu o ponteiro subir lentamente os andares...  Desta vez, era o homem da televisão!
Não era. Refugiado no lanço da escada entre os andares, esperou que o elevador passasse, e voltou para a porta de seu apartamento, sempre a segurar nas mãos nervosas o embrulho de pão:
           — Maria, por favor! Sou eu!
Desta vez não teve tempo de insistir: ouviu passos na escada, lentos, regulares, vindos lá de baixo... Tomado de pânico, olhou ao redor, fazendo uma pirueta, e assim despido, embrulho na mão, parecia executar um ballet grotesco e mal ensaiado. Os passos na escada se aproximavam, e ele sem onde se esconder. Correu para o elevador, apertou o botão. Foi o tempo de abrir a porta e entrar, e a empregada passava, vagarosa, encetando a subida de mais um lanço de escada. Ele respirou aliviado, enxugando o suor da testa com o embrulho do pão.
Mas eis que a porta interna do elevador se fecha e ele começa a descer.
          — Ah, isso é que não!  — fez o homem nu, sobressaltado.
E agora? Alguém lá embaixo abriria a porta do elevador e daria com ele ali, em pêlo, podia mesmo ser algum vizinho conhecido... Percebeu, desorientado, que estava sendo levado cada vez para mais longe de seu apartamento, começava a viver um verdadeiro pesadelo de Kafka, instaurava-se naquele momento o mais autêntico e desvairado Regime do Terror!
          — Isso é que não — repetiu, furioso.
Agarrou-se à porta do elevador e abriu-a com força entre os andares, obrigando-o a parar.  Respirou fundo, fechando os olhos, para ter a momentânea ilusão de que sonhava. Depois experimentou apertar o botão do seu andar. Lá embaixo continuavam a chamar o elevador.  Antes de mais nada: "Emergência: parar". Muito bem. E agora? Iria subir ou descer?  Com cautela desligou a parada de emergência, largou a porta, enquanto insistia em fazer o elevador subir. O elevador subiu.
            — Maria! Abre esta porta! — gritava, desta vez esmurrando a porta, já sem nenhuma cautela. Ouviu que outra porta se abria atrás de si.
Voltou-se, acuado, apoiando o traseiro no batente e tentando inutilmente cobrir-se com o embrulho de pão. Era a velha do apartamento vizinho:
            — Bom dia, minha senhora — disse ele, confuso.  — Imagine que eu...
A velha, estarrecida, atirou os braços para cima, soltou um grito:
            — Valha-me Deus! O padeiro está nu!
E correu ao telefone para chamar a radiopatrulha:
            — Tem um homem pelado aqui na porta!
Outros vizinhos, ouvindo a gritaria, vieram ver o que se passava:
            — É um tarado!
            — Olha, que horror!
            — Não olha não! Já pra dentro, minha filha!
            Maria, a esposa do infeliz, abriu finalmente a porta para ver o que era. Ele entrou como um foguete e vestiu-se precipitadamente, sem nem se lembrar do banho. Poucos minutos depois, restabelecida a calma lá fora, bateram na porta.
            — Deve ser a polícia — disse ele, ainda ofegante, indo abrir.
            Não era: era o cobrador da televisão.

Esta é uma das crônicas mais famosas do grande escritor mineiro Fernando Sabino. Extraída do livro de mesmo nome, Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 65.

    1. O que gerou o conflito da narrativa? 
    2. Qual é o enredo ou conflito da narrativa? 
    3. Que palavras do texto pode substituir a expressão “parar repentinamente?” 
    4. Qual a causa ou motivo que levou o homem a se esconder para não debitar a dívida? 
    5. Copie um trecho do texto que expresse ideia de humor. 
    6. Copie do texto um trecho referente ao tempo cronológico. 
    7. Quais são os personagens principais do texto? 
    8. Quais os personagens secundários? 
    9. Com que finalidade o cronista nos propõe esta crônica? 
    10. De que maneira o cronista se expressa para finalizar sua história?  


quinta-feira, 28 de maio de 2015

Crônica

A Bola     
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. 
Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. 
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. 
- Como é que liga? - perguntou. 
- Como, como é que liga? Não se liga. 
O garoto procurou dentro do papel de embrulho. 
- Não tem manual de instrução? 
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros. 
- Não precisa manual de instrução. 
- O que é que ela faz? 
- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela. 
- O quê? 
- Controla, chuta... 
- Ah, então é uma bola.
- Claro que é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
- Você pensou que fosse o quê?
- Nada, não. 
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. 
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto. 
- Filho, olha. 
O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar. 
Luiz Fernando Veríssimo 
Atividades
1) O primeiro parágrafo do texto compara a primeira bola do pai, que ele ganhara de presente na infância, com a bola que ele comprou para seu filho. Quais as principais diferenças entre esses dois objetos?

2) O que teria levado o menino a fazer perguntas como "Como é que liga?", "Não tem manual de instrução?" ou "O que ela faz?" Será que, há alguns anos, os brinquedos propiciavam esse tipo de pergunta?

3) Observe o seguinte fragmento do texto: "O garoto agradeceu, disse 'Legal' de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova ao lado, manejando os controles de um videogame". A reação do menino, ao receber o presente evidenciou empolgação? Por quê?
4) Imagine uma possível reação caso o menino tivesse, de fato, gostado bastante do presente.
5) No antepenúltimo parágrafo do texto, o pai faz uma outra tentativa para cativar a atenção do filho. O que ele fez? Ele obteve sucesso? Qual a frase do texto que evidencia a reação do menino?

6) O texto é narrado em 1ª ou 3ª pessoa? Justifique:

7) O texto "A Bola" é uma crônica. Por quê? É uma crônica humorística ou reflexiva?
8) Qual é o ambiente, ou seja, o espaço onde a história se desenvolve? Justifique com trechos do texto

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Atividades para o 9º ano

Leia o poema de Irandé Antunes e responda as questões propostas:

Subi a porta e fechei a escada.
Tirei minhas orações e recitei meus sapatos.
Desliguei a cama e deitei-me na luz.

Tudo porque
Ele me deu um beijo de boa noite...

1-      O poema apresenta problemas de escrita ou de pontuação? Está na linguagem coloquial ou na norma-padrão?
2-      Se o poema for lido isoladamente pode ser considerado coerente? Por quê?
3-      Indique a correlação lógica entre verbos e complementos:
( a ) subi                                 (  ) minhas orações
( b ) fechei                              (  ) a luz                                 
( c ) tirei                                 (  ) na cama
( d ) recitei                             (  ) a escada
( e ) desliguei                         (  ) a porta
( f ) deitei-me                         (  ) meus sapatos

4-      Nas duas últimas linhas do texto, é revelado um fato que modifica o sentido das três linhas iniciais.
a)      Que fato é esse?
b)      Esse fato afeta a coerência do texto como um todo? Justifique.
c)      O que a construção dos três primeiros versos revela sobre o eu-lírico?

5-      Como se classificam as conjunções “e” e “porque” que aparecem no poema?

6-      O eu-lírico é feminino ou masculino? Justifique com fragmento do texto.


7-      Reescreva o poema de forma que ele fique coerente do ponto de vista gramatical e passe os verbos que estão no pretérito perfeito para o presente do indicativo.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Atividades_Orações Subordinadas Adverbiais

1- Classifique as orações subordinadas adverbiais abaixo:
proporcionais, temporais, conformativas, causais, condicionais, concessiva, finais

a) Hoje estou com um humor péssimo, porque briguei com mamãe.

b) Quando acordei, minha bolsa havia sumido.

c) Conforme eu já sabia, tirei nota baixa.

d) Ainda que eu sofra, não voltarei.

e) Caso você saia, feche a porta. 

f) Estudei o assunto para que pudesse ir bem na prova.

g) À medida que ia lendo o livro ,entendia o assunto..

h)  Quanto mais ele mente, mais se atrapalha.

i) À proporção que estuda, mais aprende.
       

2- A conjunção como pode expressar ideia de causaconformidade ou comparação. Que ideia ela expressa em cada uma das orações abaixo?

a) Prepare esses sanduíches como expliquei.
b) Esse garoto joga tão bem como os profissionais.
c) Como havia pouca gente, a reunião foi adiada.
d) Como eu previa, nosso plano funcionou direitinho.
e) Hoje está fazendo tanto calor como ontem.
f) Nada saiu como esperávamos.

3- COMPLETE OS ESPAÇOS COM AS CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS INDICADAS NOS PARÊNTESES:

a)      Seria mais poeta......... fosse menos político.(condicional)
b)      Tudo foi planejado ...................... não houvesse falhas.(finalidade)
c)      Dona Luísa fora para lá ................ estava só.(causal)
d)..............................o tempo passa ,mais saudades eu sinto.(proporcional)
e) Falou tanto na reunião.........ficou rouco.(causal)
f)..................fosse convidado ,não iria  à reunião.(concessiva)
g)     ................................... o que eu havia dito, não viajarei.(conformidade)
h)  Fiz-lhe sinal .............. se calasse.(finalidade)
i)A emoção foi .................grande ..............desmaiou.(consecutiva)

4- (PUC-SP) No período: "Da própria garganta saiu um grito de admiração, que Cirino acompanhou ,embora com menos entusiasmo", a palavra destacada expressa uma ideia de:
a) explicação.  
b) concessão.     
c) comparação.       
d) modo.        
e) consequência.


5- No quadrinho do cartunista Quino, encontramos a conjunção mas, que pode ser classificada como:
 "a preguiça é mãe de todos os vícios, mas uma mãe é uma mãe e é preciso respeitá-la e pronto!"

a) Conjunção consecutiva.
b) Conjunção aditiva.
c) Conjunção adversativa.
d) Conjunção alternativa.
e) Conjunção conclusiva.

6. Relacione as orações coordenadas por meio de conjunções indicadas nos parênteses:

a) Ouviu-se o som da bateria. Os primeiros foliões surgiram. (Aditiva)
b) Não durma sem cobertor. A noite está fria. (Explicativa)
c) Quero desculpar-me. Não consigo encontrá-los. (Adversativa)

7. (PUC-SP) – Em: “... ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas...” a partícula como expressa uma ideia de:

a) causa
b) explicação
c) conclusão
d) proporção
e) comparação


8. (Univ. Fed. Santa Maria – RS) – Assinale a sequência de conjunções que estabelecem, entre as orações de cada item, uma correta relação de sentido.

1. Correu demais, ... caiu.
2. Dormiu mal, ... os sonhos não o deixaram em paz.
3. A matéria perece, ... a alma é imortal.
4. Leu o livro, ... é capaz de descrever as personagens com detalhes.
5. Guarde seus pertences, ... podem servir mais tarde.

a) porque, todavia, portanto, logo, entretanto
b) por isso, porque, mas, portanto, que
c) logo, porém, pois, porque, mas
d) porém, pois, logo, todavia, porque
e) entretanto, que, porque, pois, portanto